Criciúma dispõe de acolhimento institucional para crianças com direitos violados

Equipamento pertencente à Secretaria Municipal de Assistência Social e Habitação possui 20 vagas, sendo que 14 já estão preenchidas

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Foto Maria Henrique Leandro

Instituição de Acolhimento Institucional Florescer. Este é o nome do local que acolhe meninas de zero a 18 anos e meninos de zero a sete, que tiveram os seus direitos violados. Existente desde o final de 2019, o equipamento pertencente à Secretaria Municipal de Assistência Social e Habitação, tem capacidade para 20 acolhimentos. No momento, 14 crianças e adolescentes estão em acolhimento.

A casa disponibiliza alimentação, dormitórios, higiene pessoal e brinquedoteca. Os serviços são prestados 24h por dia. Diversos profissionais atuam no local, estando, entre eles, assistente social, psicólogo, coordenador, motorista, cozinheiras e cuidadoras. “As crianças estão em um ambiente seguro e longe de violência. A gente procura proporcionar tudo o que eles necessitam”, diz a coordenadora da Instituição de Acolhimento Institucional Florescer, Renata Nagel Garbelotto Medeiros.

As crianças são acolhidas na instituição por meio de ordem judicial, podendo permanecer até o final do processo. Em alguns casos, os pais podem perder o poder familiar e a criança é encaminhada para a adoção. Em outros, existe o retorno para a família, sendo a permanência no núcleo familiar a opção mais priorizada pela justiça. Neste caso, é feito um trabalho de reinserção, buscando o resgate de condições para o retorno.

“Nós trabalhamos com dois níveis de proteção. Na alta complexidade é quando os vínculos já foram rompidos ou estão fragilizados. É por isso que existe esse espaço: para que possamos acolher as crianças que estão em medidas de proteção”, explica a coordenadora da média e alta complexidade, Márcia Regina da Silva.

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